Música e circo cercam a programação do Sesc-Santos

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A programação cultural do Sesc-Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136) começa na quarta-feira, dia 20, com o show “Pela Trilha dos Celtas”, com Nando Araújo, às 19h, no Auditório, dentro do projeto Instrumental SESC Santos. Nesse show, Nando Araujo, acompanhado de percussão, contrabaixo acústico e acordeom, apresenta a harpa celta, instrumento típico da cultura celta, cuja música abrange desde a música tradicional das regiões denominadas Celtas, até as músicas de artistas contemporâneos influenciados pela cultura Celta e pelo uso de determinados instrumentos musicais.

A Harpa Céltica também é denominada Folk Harp ou Lever Harp (harpa de Chaves) e caracteriza-se por possuir pequenas chaves acima de cada corda para alterar a altura da nota, ao contrário das harpas utilizadas nas Orquestras Sinfônicas que possuem o mecanismo de pedais para essa função. Existem vários modelos e tamanhos de Harpa Celta. A apresentação é gratuita.

Santos de Casa. Na quinta-feira, dia 21, às 21h30, na Comedoria, a banda santista Moxine lança o álbum “Hot December” dentro do projeto Santos de Casa. O grupo é formado pela santista Mônica Agena (voz e guitarra), Davi Oliveira (baixo) e Carlos Augusto (bateria). Moxine surgiu em 2009 com o lançamento do EP “Electric Kiss”, em apenas 4 faixas e de uma maneira muito singular, o trio une o beat moderno do rock dançante com melodias que nos fazem lembrar um hit pop norte americano.

Participaram do projeto “Prata da Casa” no Sesc Pompéia, gravaram o webshow “Popload” dos jornalistas Lúcio Ribeiro e Fábio Massari e partiram para os palcos internacionais de festivais como SxSW (EUA) e Liverpool Sound City em viagens patrocinadas.

Mente e arte. No sábado, dia 23, das 17 às 19h, na Sala 1, o escritor e psicanalista Renato Tardivo, mestre e doutorando em Psicologia Social, participar do especial “Mente & Arte”, com mediação do escritor Flávio Viegas Amoreira. O encontro pretende discutir a ligação entre criatividade, inventividade e distúrbios, emoções destoantes e transtornos pós-modernos. Tardivo é autor dos livros de contos “Do avesso” e “Silente”, além de “Porvir que vem antes de tudo: Literatura e cinema em ‘Lavoura arcaica’”.

Cinema e vídeo. A Mostra Itinerante do Festival Internacional de Cinema Nueva Mirada continua no final de semana com mais duas sessões. No sábado, dia 23, a Sala 2 recebe a exibição de “Os Crocodilos” (Alemanha, 2009), dirigido por Cristian Ditter. O filme conta a história de Hanne, garoto que quer fazer parte de Os Crocodilos, uma gangue de crianças do bairro. Ele tem de aceitar um desafio, pondo em risco a sua vida, e então é salvo por Kai, que também quer ser um dos Crocodilos. O único problema é que Kai está numa cadeira de rodas. As crianças pensam que ele é apenas um inválido. Mas quando Kai é testemunha de um roubo, então é aceito pelos Crocodilos. Com essa ajuda eles querem resolver o caso e frustrar a gangue de ladrões.

No domingo, no mesmo horário e local, é a vez de “O Rei Siri” (Sri Lanka, 2008), dirigido por Somaratne Dissanayake. O filme apresenta Sirimal, uma criança de 11 anos de uma família muito pobre que mora num povoado longínquo. Ele consegue uma das mais altas notas da classe e ganha uma bolsa para um colégio exclusivo da cidade. Ali deve se acostumar com os coleguinhas de famílias ricas e da alta sociedade, e enfrenta muitos desafios sociais e financeiros. É selecionado então para interpretar o papel de um rei numa peça do colégio, e seu maior desafio será encontrar o dinheiro para confeccionar a fantasia. Os dois filmes não são recomendados para menores de 12 anos

Circo. “Água” é o nome do espetáculo que o grupo Clã – Estúdio das Artes Cômicas apresenta do domingo, dia 24, às 17h30, na Convivência. Em um picadeiro-piscina inflável, uma trupe de palhaços acaba “entrando pelo cano” ao desperdiçar o tão valioso líquido incolor, inodoro e insípido! A partir daí, passam pelas mais incríveis aventuras marinhas e ribeirinhas! Um banho de diversão! Por meio de uma linguagem que mistura pantomima, circo e teatro, o espetáculo faz uma homenagem aos circos “panos de roda”, os famosos “tomara que não chova”. 

*Érika Freire – Cais das Letras

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