Fórum da Rede pela Diversidade Cultural acontece em Cubatão

Muita gente teve a oportunidade de conhecer as ações da Rede pela Diversidade Cultural de Cubatão nesta terça-feira (30). Exposição de livros, apresentações artísticas, explanação do Mapeamento Cultural e mesa de debates fizeram parte das atividades realizadas pelo pessoal da Rede, reunindo centenas de pessoas da comunidade.

Intervenções como a apresentação do Exodus MCs, de Rap, levantou a plateia. O Grupo, que faz Rap gospel, é o único da modalidade na cidade e foi descoberto pelo Mapeamento Cultural. A Cia Studio Star Dance, da Vila Natal, também foi identificada pela Rede e levou a coreogafia “Doce inocência”, sob o comando da bailarina Monaliza Souza.

No salão de mármore do Bloco Cultural, outras ações mapeadas também divulgaram os trabalhos: o pessoal do Projeto ComCom, que desenvolve comunicação comunitária na Fabril, Pinheiro do Miranda e Cotas; o Projeto Logística Verde, dos alunos da Escola Técnica de Cubatão (Etec), com distribuição de mudas.

A Feira de Livros reuniu autores cubatenses e suas produções. Mô Amorim com sua “A Nuvem Vermelha” que faz uma alusão sobre a revoada do guará, retornando à Cubatão recuperada ambientalmente; Nádia Spitti com o livro “Simplesmente Nádia” em que narra sua vida que se funde com a história da Vila Light, anos de chumbo da ditadura militar, desembocando em uma lição de amor e perserverança; a publicação “O afeto que lhe resta”, de Natan Alencar, lançado pelo selo alternativo Sereia Ca(n)tadora; e o professor Fábio Gonçalves, com vários títulos voltados ao universo infantil.

O escritor Cícero Gilmar Lopes e “O livro da resposta para todas as perguntas” despertou muita curiosidade. O autor distribuiu 20 exemplares para a plateia. E Viviane Veiga Távora, que publicou “Mareliques da Praia-Louca” e “O Decifrador de Poemas” esteve no Fórum, onde autografou os livros. “Acho importante ações como essa, que difundem o trabalho dos artistas locais. É uma oportunidade ótima para que a população saiba o que estamos fazendo e o contato com o público é intransferível”, comentou. Viviane Távora e Nádia Spitti também distribuíram exemplares para a plateia.

Um local mapeado recebeu espaço de destaque no Fórum: o Museu Santo Anastácio, criado por Seu Nelson Anastácio, no Pinheiro do Miranda, foi mostrado ao público por meio de expositores com muitas fotos do lugar. “Abri as portas da minha casa e decidi criar o Museu para que a comunidade pudesse apreciar as esculturas em madeira que faço desde 96. Hoje são mais mais de 50 unidades. Também leciono violão para os interessados em aprender música, tudo de graça”, afirmou.

Mapeamento Cultural. Quem participou do Fórum pode conhecer detalhes do Mapeamento Cultural Participativo realizado pelos voluntários da Rede pela Diversidade. Eles visitaram os 9 territórios da cidade, compreendendo todos os bairros, realizaram mais de 900 entrevistas e conseguiram identificar 412 pontos, entre espaços culturais e manifestações artísticas. Nesse entremeio, foram surgindo propostas, adotadas pelos segmentos culturais, como as chamadas “Coletivas” de Artesanato, de Hip Hop e de Audiovisual, em que são reunidos os artistas de cada segmento para trocarem ideias, divulgarem seus trabalhos e se unirem à Rede.

*Prefeitura de Cubatão

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