Teatro a Bordo se apresenta na Zona Noroeste

Entre os dias 25 e 26/mai, o Teatro a Bordo faz temporada no Conjunto dos Estivadores, em Santos. Desde 2007, a atividade percorre municípios de todo o Brasil, levando teatro, contações de história, circo, oficina de reciclagem e cinema gratuitamente para crianças e adultos. À frente da mostra está a atriz Talita Berthi.

Sexta-feira e Sábado | 14h | Oficina de Reciclagem

Sexta-feira | 15h30 | ‘Bufonarias II’, da Trupe Olho da Rua
Com direção de Caio Martinez, João Paulo Pires e Raquel Rollo, o espetáculo também traz Alan Plocki em cena. É um espetáculo circense originado de uma pesquisa sobre gags tradicionais de picadeiro e números realizados por artistas populares (palhaços) nas praças com alto grau de improvisação e interatividade. “Bufonarias II” é o segundo espetáculo  de uma trilogia baseada nessa pesquisa  que  foi o mote  do primeiro  espetáculo que abordava  o caráter do circo de variedades. O espetáculo é costurado por cinco palhaços: Fusquinha, Tangará, Farofa Fofa e Plocki, que entre muitas confussões resaltam  atravês da  incoerência  dos palhaços a  importância da amizade nos dias de hoje.

Sexta-feira e Sábado | 18h30 | Sessão de Cinema

Sexta-feira | 20h |  ‘A Bufunfa do Bufão’, do Grupo Teatro Aberto
Direção de Ednaldo Freire. Elenco formado pro Caio Martinez Pacheco, Raquel Rollo, Douglas Zanovelli, Kadu Veríssimo e Talita Berthi. Uma trupe de atores mambembes chega para encenar um clássico da tradição popular mundial: a história de um grande avarento. A avareza é o fio condutor deste espetáculo que é inspirado na obra A Aululária, ou A Comédia da Panela do comediógrafo clássico Plauto que viveu na Roma antiga no período de 230 a 180 a.c. mais ou menos e que deu origem a textos como O Avarento de Molière e O Santo e A Porca de Ariano Suassuna. Nesta comédia, os atores contam a história de um velho avarento que esconde uma panela cheia de dinheiro e desconfia de todos ao seu redor. Além de engraçado, o texto propõe uma crítica social, mostrando o homem como um ser inacabado.

Sábado | 15h30 | ‘Embornal de Histórias’, do Grupo Teatro Aberto
Utilizando bonecos animados, máscaras e músicas ao vivo, dois contadores de história se reencontram após uma longa viagem. Cada um tem um embornal (sacola artesanal) e dele saem coisas. São coisas adquiridas por eles em suas viagens – as histórias do mundo. Histórias que passaram de geração em geração e que aos poucos vem sendo esquecidas. Eles querem contar suas experiências, dividir e trocar suas histórias com outros. Uma alusão ao registro da tradição oral feito por grandes mestres como Câmara Cascudo, Silvio Romero, Mário de Andrade, entre tantos outros. Essa será a missão que o Compadre da Morte, Rosinha, Quirino e outros personagens terão: trocar as histórias do embornal para levar a outros povos.

Sábado | 20h | ‘Cinderela Brasileira’, da Casa3deArtes
Texto e direção de Kadu Veríssimo. Elenco: Thalita Nascimento, Juliana Sanzs, Juliana Lima, Sarah Veríssimo, Cícero Santos e Elias Tomais. A peça fala de um contador de causos que nos revela a história de Cinderela Brasileira, a Gata Cangaceira que sofre nas mãos de sua madrasta Josirina, que a obriga cozinhar o dia inteiro, preparando buchada, sarapatel e caldo de mocotó.  Mas, com a ajuda de sua fada madrinha Maria Bonita, ela conseguirá ir ao arrasta pé e conhecer Zé, o “fio do coroné”.

*Teatro a Bordo/Espaço Teatro Aberto/Trupe Olho da Rua/Teatro Wídia/Cia. Coisas de Teatro/Superbacana Produções

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