‘Hécuba’ é encenado dia 31 no Teatro Coliseu


Os episódios acontecidos aos gregos após a queda de Tróia e, em especial, à rainha troiana que viu seu povo ser destruído, são contados ao público santista na tragédia musical grega ‘Hécuba’, de Eurípedes, encenada hoje (31/mar), às 21h, no Teatro Coliseu (Rua Amador Bueno, 137/Santos). Ingressos entre R$ 20 e R$ 50.

A montagem é do diretor mineiro Gabriel Villela e echega a Santos após duas temporadas de sucesso em São Paulo.
No papel principal da trama está a atriz Walderez de Barros, qeu vive a própria Hécuba, amargurada após passar de rainha de Tróia a escrava dos gregos. Quando os guerreiros vitoriosos deidem partir de volta à Grécia, têm seus navios retidos por falta de ventos favoráveis. neste cenário, o fantasma de Aquiles aparece para pedir que seja sacrificada sobre seu túmulo a virgem Polixena, uma das filhas do Rei Príamo e Hécuba.

Desperada e sem poder salvar a jovem filha, a antiga rainha só tem como opção preparar o funeral de sua amada. É quando, desolada, descobre que outra desgraça caiu sobre ela. Seu filho mais novo, Polidoro, que havia fugido com Polimestor levando boa parte do tesouro dos troianos, foi traído pelo companheiro e também acabou morto, tendo seu corpo lançado ao mar.  O cadáver chega à praia e é entregue à Hécuba, que só pensa em vingança. É quando, liberada por Agamêmnon para fazer o que tiver em mente, decide usar as próprias mãos.

Ela então se junta às suas fiéis troianas, que também estão em condição de escravas dos gregos, e atraem Polimestor e seus filhos a uma tenda. Lá, ela e suas companheiras de cativeiro matam os filhos e arrancam friamente os olhos do traidor de Polidoro. Cego e desesperado, Polimestor faz a revelação de que o oráculo de Dionísio previra a transformação de Hécuba em cadela, antes de morrer, lançada ao mar pelos ventos.

O Espetáculo. Ainda integram o elenco os atores Fernando Neves, Flávio Tolezani, Leo Diniz, Luiz Araújo, Nábia Bilela, Rogério Romera, Marcello Boffat e Luísa Renaux. Na montagem de Gabriel Villela, o coro canta ao vivo e a capella os arranjos vocais que o músico mineiro Ernani Maletta compôs para a peça, baseados em trilha do sévio Goran Bregovic. A voz do elenco foi preparada pela mineira Babaya, renomeada mestra da área, em Belo Horizonte (MG), e pela italiana Francesca Della Monica. A cenografia de Márcio Vinicius trabalha com elementos contrastantes, como a madeira em tom claro e o polietileno negro.

*Jornal A Tribuna

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