Antonio Grassi como presidente da Funarte

A partir de 2011, o ator Antonio Grassi, militante político do Partido dos Trabalhadores, retorna à presidência da Fundação Nacional das Artes, conduzida até então pelo santista Sérgio Mamberti. Conheça a trajetória do mais novo líder da Funarte.

Perfil. Ator, diretor e produtor. Além de sua larga experiência no teatro , cinema e televisão, Antonio Grassi, formado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, dedicou-se nos últimos anos à formulação de políticas publicas para a área cultural.

Foi Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Presidente da Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Vice-presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura, Membro do Conselho Diretor do Fórum Cultural Mundial e Presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes) – em que foi responsável por importantes projetos em artes cênicas , musica, artes visuais e em outros programas integrados no período de 2003 a 2006.

Curador da representação brasileira na XI Quadrienal de Cenografia de Praga, foi o idealizador o Espaço Brasil (Marais / Paris) no ano do Brasil na França (2005), criador junto ao Instituto Camões e Instituto das Artes de Portugal do premio de dramaturgia luso-brasileira Antonio José da Silva, responsável pela presença brasileira no Festival Internacional Tchecov em Moscou (2005) e pela Estação de Teatro Russo no Brasil (2006).

Por reconhecimento a seu trabalho foi condecorado com a Medalha de Honra da Inconfidência pelo Governo de Minas Gerais e com a Medalha Pedro Ernesto pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

No teatro teve presença marcante, como ator e diretor, em várias obras: “O Inimigo do Povo” de Ibsen, “Sonhos de uma noite de verão” de W. Shakespeare, “A Serpente” de Nelson Rodrigues, “O urso” de Tchecov, “O Beijo no Asfalto” de Nelson Rodrigues, “Os Justos “ de Albert Camus, “O interrogatório” de Peter Weiss, “Dona Rosita” de Garcia Lorca, “O Ferreiro e a Morte”  de Mercedes Rein e Jorge Curi, entre várias outras.

No cinema seu currículo inclui varias produções de sucesso no Brasil e no exterior, entre elas: “Carandiru” de Hector Babenco, “Bens Confiscados” de Carlos Reichenbach, “Gatão de Meia Idade” de Antonio Carlos da Fontoura, “Todos os corações do mundo” de Murilo Salles, “Boleiros” de Ugo Georgetti, “Missão de Amor” de Dino Risi, “Jorge, um brasileiro” de Paulo Thiago e “A cor de seu destino” de Jorge Duran.

Na televisão , Antonio Grassi é popularmente conhecido no Brasil por seu trabalho em mais de trinta programas, incluindo seriados, minisséries, telenovelas e programas especiais.

No exterior foi o curador da mostra de vídeos brasileiros na Amazon Week (World Trade Center, New York 1996), participante como representante do Governo Brasileiro no Fórum Universal da Culturas (Barcelona 2004), palestrante no encontro da “Red Interlocal de cidades ibero-americanas para la cultura” (Buenos Aires 2005), expositor e palestrante no painel “Global perspectives for cultural diplomacy and exchange” (Association of Performing Arts , New York 2006) e no Broward Center for Performing Arts (Fort Lauderdale , Flórida 2006)

*Blog de Antonio Grassi

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